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Aventura Na Quinta

Discussão em 'Arquivo: vários' iniciada por Davidoliveira1979, 28 Março 2017.

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  1. feiticeira1

    feiticeira1 Lenda-viva

    Olá boa noite!:)
    Aqui fica o resultado da minha pesquisa.
    Numa resposta rápida e resumida, as máquinas agrícolas apareceram graças à Revolução Industrial. E o primeiro trator foi da marca Ford.

    Deixo esta imagem de um trator bem antigo.;)

    [​IMG]


    Para quem quiser saber mais, deixo esta informação adicional.

    Trator (1904)

    Depois da Revolução Industrial do século XVIII, as máquinas foram rapidamente desenvolvidas. A tração a vapor surgira com a finalidade de realizar trabalhos pesados, principalmente o deslocamento de produtos e madeiras. Porém, passaram, gradualmente, a serem empregadas para puxarem arados aplicados ao trabalho agrícola.
    No ano de 1904, Benjamin Holt (1849-1920) soluciona o problema devido a fragilidade dos carros utilizados até então que atolavam com facilidade, criando um veículo equipado com esteiras no lugar de rodas. Quase três décadas depois, as rodas de metal foram substituídas por rodas de borracha, com grande aro, o que diminuía o peso do veículo e aumentava a aderência junto ao solo.
    O termo trator surgiu em 1906, como forma de substituir o longo termo Traction Engine.
    Quando os fabricantes de automóveis começaram a optar pelo motor de combustão interna, eles também estavam de olho no mercado agrícola. Os motores a gasolina deveriam ser ajustados para trabalhos mais pesados e vendidos a fazendeiros.
    A primeira versão de tratores com motor a gasolina foi desenvolvida pelo americano John Froelich, que construiu um modelo bem sucedido. A Ford foi a primeira fabricante em série de tratores com motor a gasolina em 1912. Foi o primeiro trator leve produzido em grande escala.
     
  2. @aaaaaaline

    @aaaaaaline Lenda-viva

    Pesquisas bem interessantes por aqui :)
     
  3. secapipas

    secapipas Lenda-viva

    Olá boa noite:)
    Aqui fica o resultado da minha pesquisa.;)


    A necessidade de mecanizar os processos agrícolas veio da Revolução Industrial e do desordenado aumento da população da Europa, o que demandava uma produção de alimentos ainda maior. Entretanto, com o surgimento das semeadeiras, a mecanização da agricultura tomou impulso, pois manipuladas de forma correta, elas não somente economizavam as sementes a serem depositadas no solo, como também aumentavam a produtividade do pequeno produtor, fazendo com que seu negócio prosperasse.
    Nos Estados Unidos, no final do século XIX, a comercialização de máquinas agrícolas passou a casa dos 100 milhões de dólares. Atualmente, com o avanço tecnológico, a tendência à mecanização tende a se firmar mais e mais em todo o mundo.

    Os tratores

    O primeiro trator funcionava a vapor e foi elaborado por volta de 1858, com a principal função de arar o solo. Entre suas principais funcionalidades podemos citar: tração de máquinas e implementos agrícolas, como arados e grades. Servem também para acionar colhedoras e pulverizadores de defensivos, ou ainda máquinas estacionárias, como batedores de cereais e bombas d’água.

    O surgimento dos tratores fez com que diminuíssem os trabalhos manuais e de tração animal, que atrasavam todo o processo agrícola. No entanto, isso exigiu um maior investimento nas mais modernas tecnologias e técnicas de conservação do solo e aplicação de fertilizantes e defensivos, além de possibilitar com que surgisse um planejamento agrícola melhor estruturado, o que tornou a produção rural uma atividade empresarial.

    As semeadoras

    A primeira semeadora surgiu por volta de 1701, com as funções de dosar e depositar sementes ou mudas no solo. Entre suas principais funcionalidades podemos citar: abertura de sulcos no solo, distribuição das sementes nos sulcos, cobertura dos sulcos para proteger as sementes e compactação do solo em volta das sementes.

    Atualmente, no mercado, podemos encontrar semeadoras projetadas para as mais específicos trabalhos agrícolas, como as de semeio convencional do solo e as de plantio direto. Há também as manuais e a lanço. Todas desenvolvendo suas funções de forma precisa e contínua, para que seja depositada nos sulcos a quantidade necessária de sementes, de forma uniforme. No entanto, é preciso que o manejo das semeadoras seja feito de forma adequada, o que também evitará a quebra das sementes devido à pressão da máquina ou de seus componentes mecânicos.

    As colheitadeiras

    A primeira colheitadeira surgiu por volta de 1792, com a principal função de colher os mais diversos tipos de cultura, principalmente cereais e grãos. As mais utilizadas são as automotrizes, capazes de realizar todas as atividades que envolvem a colheita; as montadas, que são tracionadas por meio de tratores agrícolas; e as de arrasto, que podem possuir um motor auxiliar ou ainda tracionadas por um trator.

    As colheitadeiras de cereais, por exemplo, são programadas para diferenciar um cereal do outro, por meio de peças classificadas como separadores, barra de corte e condutor helicoidal. Após o processo de separação, os mecanismos responsáveis pela limpeza das sementes as separam dos detritos oriundos do processo de colheita, o que facilita o seu posterior manejo antes de serem comercializadas.

    Os pulverizadores

    As primeiras pulverizações agrícolas datam da época dos romanos. Estes, para controlar as pragas mais comuns que atacavam os plantios de trigo, usavam a fumaça vinda da queima do enxofre. Por volta de 1868 é que surgiu o primeiro pulverizador, o que facilitou e muito o trabalho no campo. Atualmente, há diversos tipos de pulverizadores, com a função de dosar a aplicação de defensivos ou fertilizantes foliares sobre determinada cultura.

    No mercado, os pulverizadores mais comuns são os manuais, com capacidade de 10 a 20 m²/bico; os motorizados costais, acionados por um motor de alta rotação, e com capacidade de 60 a 100 m²/bico; e os tratorizados, acionados pela tomada de potência do trator, e com capacidade de 400 a 5000 litros de fertilizante ou defensivo. O tamanho da cultura a ser pulverizada, bem como o propósito da pulverização é que especificarão qual pulverizador deverá ser usado.

    Depois da Revolução Industrial do século XVIII, as máquinas foram rapidamente desenvolvidas. A tração a vapor surgira com a finalidade de realizar trabalhos pesados, principalmente o deslocamento de produtos e madeiras. Porém, passaram, gradualmente, a serem empregadas para puxarem arados aplicados ao trabalho agrícola.
    No ano de 1904, Benjamin Holt (1849-1920) soluciona o problema devido a fragilidade dos carros utilizados até então que atolavam com facilidade, criando um veículo equipado com esteiras no lugar de rodas. Quase três décadas depois, as rodas de metal foram substituídas por rodas de borracha, com grande aro, o que diminuía o peso do veículo e aumentava a aderência junto ao solo.
    O termo trator surgiu em 1906, como forma de substituir o longo termo Traction Engine.
    Quando os fabricantes de automóveis começaram a optar pelo motor de combustão interna, eles também estavam de olho no mercado agrícola. Os motores a gasolina deveriam ser ajustados para trabalhos mais pesados e vendidos a fazendeiros.
    A primeira versão de tratores com motor a gasolina foi desenvolvida pelo americano John Froelich, que construiu um modelo bem sucedido. A Ford foi a primeira fabricante em série de tratores com motor a gasolina em 1912. Foi o primeiro trator leve produzido em grande escala.

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  4. * RosaDourada *

    * RosaDourada * S-Moderator Team Farmerama PT

    Boa noite
    Que otimas pesquisas :)
    tenho aprendido muito aqui
     
  5. Davidoliveira1979

    Davidoliveira1979 Utilizador habitual

    Desafio:Agora gostaria de saber como se faz azeite? No processo antigo e agora no recente?
     
  6. * RosaDourada *

    * RosaDourada * S-Moderator Team Farmerama PT

    Boa noite,
    boa pergunta :)
     
  7. feiticeira1

    feiticeira1 Lenda-viva

    Boa noite.:)
    Aqui fica o resultado da minha pesquisa.

    Antigamente

    A "mó" é o elemento essencial na extração do óleo. Trata-se, como se vê na imagem, de uma pedra pesada que rolava sobre outra pedra e esmagava as azeitonas. Ao serem esmagadas, saía o azeite.
    A oliveira é uma planta típica de toda a zona do Mar Mediterrâneo. Suporta bem o calor e o frio e, principalmente na época em que dá frutos, não gosta de muita chuva. Por isso é comum na Terra Santa. No tempo de Cristo era um produto agrícula muito presente também entre as pessoas pobres.
    Em uma situação onde não há muita abundância e recursos, aquilo que se tem é usado praticamente para tudo. De fato, com o óleo se fazia de tudo, desde comida até remédios. Era, certamente, usado como tempero e também para colocar sobre as feridas, pois se retinha que fosse um bom remédio.
    Era usado também para as unções importantes. Os reis eram ungidos com o óleo.

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    Atualmente


    São necessárias de 1300 a 2000 azeitonas para produzir 250 mililitros de azeite. O azeite da oliveira deve ser produzido somente a partir de métodos mecânicos e de temperatura. Na atualidade, os métodos tradicionais de processamento da azeitona deram lugar a processos modernos de extração, utilizando variação de pressão e temperatura. Com isso, o método tradicional de mistura do óleo à mão quase não existe mais, tudo é feito com maquinas e classifica-se o azeite segundo seu processo de produção da seguinte forma:

    • Azeite de oliveira virgem, obtido por processos mecânicos. Dependendo da acidez do produto obtido, este azeite pode ser classificado como sendo do tipo extra, virgem ou comum. O azeite virgem apresenta acidez máxima de 2%.
    • Azeite de oliva refinado, produzido pela refinação do azeite virgem, que apresenta alta acidez e incidência de defeitos a serem eliminados na refinação. Pode ser misturado com o azeite virgem.
    • Azeite extra virgem. O azeite não pode passar de 0,8% de acidez (em ácido oleico) e nem apresentar defeitos. O órgão que os regulamenta e define quais defeitos são catalogados é o Conselho Oleícola Internacional.
    • Azeite de oliva comum é obtido da mistura do azeite lampante, inadequado ao consumo, obtido através da prensagem das azeitonas. O azeite de oliva comum não possui regulamentação.
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  8. secapipas

    secapipas Lenda-viva

    Olá boa noite:)
    Aqui fica o resultado da minha pesquisa....


    O Azeite é um dos ingredientes mais antigos existentes no mundo (utilizado pelo homem desde 6.000 a.C) e possui extrema importância na preparação de uma boa comida. Produto da azeitona, o óleo extraído é muito saudável e saboroso, e a harmonização perfeita com diversos alimentos é o grande diferencial.

    O azeite de oliva é basicamente o óleo obtido diretamente daazeitona (ou suco oleoso da fruta), sem o uso de solventes na extração, que passa por um minucioso e complexo processo até dar origem ao produto final, que jamais terá um sabor único, uma vez que cada tipo de azeitona vai produzir um azeite diferente, podendo ser mais ou menos amargo, adocicado, picante, suave e etc.


    O processo de obtenção possui seis etapas e é bastante minucioso, com o objetivo de ter um produto de extrema qualidade ao final do processo. É da oliveira que é colhida à azeitona, que pode viver até 150 anos, mas é a partir dos cinco anos de existência que começa a dar frutos, alcançando a melhor produção a partir dos 35 anos. A colheita que se inicia na primavera pode ser feita manualmente ou através do sistema em que a arvore é balançada, fazendo com que os frutos caiam sobre uma lona no chão.


    Após a coleta, as azeitonas são levadas para a moagem. Desde o início, os produtores tomam todo o cuidado possível para evitar a ruptura da pele do fruto, pois isso inicia o processo de fermentação, diminuindo a qualidade final do produto. Para evitar uma acidez muito alta, é necessário processar a azeitona em até 24 horas após a colheita. É importante observar a preocupação em minimizar ao máximo a fermentação do fruto, e em evitar uma alta acidez do azeite.


    A terceira etapa vem logo em seguida, momento em que as azeitonas são levadas para a lavagem. As folhas e galhos que acompanham os frutos são retirados, e ocorre uma seleção. Feita a lavagem em água, a quarta etapa do processo é a moagem. Os frutos são triturados (com os caroços), formando uma massa bastante oleosa.

    Em seguida, inicia-se a extração do azeite, que pode ser feita por dois métodos diferentes. O mais antigo é feito por pressão, mas com a evolução do tempo foi possível desenvolver maneiras mais fáceis e eficazes de extrair o azeite, como por exemplo, o método de centrifugação, onde basicamente a massa oleosa é levada para uma centrifugadora, separando a parte sólida da liquida.

    A última etapa do processo consiste no armazenamento do azeite de oliva, que é feito em recipiente vedados e mantidos em uma temperatura entre 15ºC a 18ºC. Nesse momento, todo cuidado é pouco para evitar a luminosidade no local do armazenamento.


    Para cada 1 litro de azeite de oliva extraído, são necessários cerca de 5 kg de azeitona, sendo que cada oliveira produz de 15 a 50 kg por vez. É considerado azeite extra virgem os que possuem acidez menor que 0,8%. Acima desse valor, são os azeites de oliva virgem, que chegam até 2% de acidez. A variação de cor e sabor vai depender da azeitona usada, já que só na Espanha são mais de 250 espécies diferentes, e esse é um dos motivos que faz o país ser o maior produtor de azeite oliva no mundo, produzindo cerca de 800 mil toneladas por ano.


    Para chegar ao final do processo de obtenção do azeite de oliva, são vários os cuidados necessários durante as etapas. Um azeite de qualidade é aquele que possui pouca acidez, cor natural e odor suave. Com a criatividade, pode ser feito de tudo com o azeite explorando a variedade que existe no mercado, por causa da grande quantidade de espécies de azeitona.


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  9. :[LIKA]:

    :[LIKA]: S-Moderator Team Farmerama PT

    Muito boas as pesquisas:D
    Vivendo e aprendendo ...neste cantinho tudo é aprendizado!
     
  10. titam78

    titam78 Autor activo


    bom dia a todos.
    1. - No paleolítico os homens pré-históricos eram nômades e colhiam alimentos Extrativismo Surgimento da agricultura e da mecanização agrícola
    2. Surgimento da agricultura e da mecanização agrícola - No mesolítico o homem começou a domesticar os animais e cultivar plantas, neste período passou a ser sedentário. Agricultura Domesticação de animais 10.000 a.C
    3. Surgimento da agricultura e da mecanização agrícola - No neolítico o homem antigo desenvolveu algumas ferramentas, o arado e a tração animal aumentando a área plantada e produção de alimentos.
    4. Na idade dos metais surgiram as primeiras civilizações situadas no Egito e Mesopotâmia, nesta época surgiram novas técnicas agrícolas a irrigação e a drenagem, que associadas a mecanização aumentaram a produtividade agrícola. Surgimento da agricultura e da mecanização agrícola Rio Nilo
    5. A 1ª Revolução Agrícola e o uso de máquinas na agricultura (Europa, Séc. XVIII)
    6. 1700 Revolução Agrícola 1º Revolução Industrial Arranque Revolução Demográfica 1670 1750 1800 1830 19001850 Inglaterra Trator
    7. A 1 ª Revolução Agrícola provocou... Alterações na agricultura como: • O aumento da área de produção agrícola; • O surgimento de novas técnicas de cultivo Algo tão significativo... Ela estimulou o arranque da Revolução Industrial na inglaterra.
    8. arados cercas vivas
    9. Nos meados do séc. XIX surgiram na Inglaterra, os protótipos iniciais de tratores. Adiante, em 1890, os Estados Unidos começaram a sua produção e maior desenvolvimento. O invento do trator agrícola foi um marco considerável para a evolução e transformação da agricultura. Essa máquina permitiu que diversas operações fossem realizadas na propriedade agrícola de forma concomitante e constante.
    10.Tratores Agrícolas-Histórico.
    11. Tração motorizada – Potência e produtividade alta.
    12. A 2ª Revolução Agrícola – “Revolução Verde” (Europa & USA, séc. xx)
    13. Revolução verde Este modelo de desenvolvimento agrícola desencadeou no final de 1940, com o propósito de aumentar a produtividade agrícola com a introdução de máquinas, sementes melhoradas, fertilizantes químicos e agrotóxicos. Alguns produtores não se adaptaram as tecnologias e ficaram endividados, além de sair da zona rural.
    14. Mas, a tecnologia da mecanização agrícola européia e americana ganhou força e espalhou-se por todo o mundo, apesar dos diferentes biomas e características edafo-climáticas de cada região.
    15. O modelo de agricultura capitalista, motivou as causas principais da evolução da mecanização agrícola, devido: • A necessidade do aumento da capacidade de trabalho do homem do campo, face à crescente escassez de mão-de-obra rural; • A migração das populações rurais para as zonas urbanas, devido ao processo de desenvolvimento econômico pelo qual passou os países desenvolvidos.
    16. Para que serve a mecanização agrícola? - Aumentar a produção (área cultivada) e produtividade (produção/área) aliado à maior eficiência das atividades agrícolas, tornando o trabalho menos árduo e mais atraente;
    17. Para que serve a mecanização agrícola? • Atender a demanda mundial de alimentos devido o crescimento populacional acompanhado do processo de urbanização, onde 70% das pessoas residem no meio urbano; • Redução dos custos e maximização dos lucros.
    18.Tratores Agrícolas-Histórico Evolução da mecanização motorizada 1870
    19.Tratores Agrícolas-Histórico (1890)
    20.Tratores Agrícolas-Histórico(anos 20)
    21. Os autores em geral, consideram o início da mecanização agrícola brasileira a partir dos meados da década de 20 com atuação essencial nas lavouras canavieiras. Neste período o nosso parque de máquinas e implementos era de produtos importados.
    22.Tratores Agrícolas-Histórico(anos 30)
    23.Tratores Agrícolas-Histórico(anos 30)
    24.Tratores Agrícolas-Histórico(anos 30)
    25.Tratores Agrícolas-Histórico(anos 40)
    26.Tratores Agrícolas-Histórico(anos 40)
    27.Tratores Agrícolas-Histórico(anos 50)
    28. Ao final da década de 50 um novo impulso foi dado à agricultura mecanizada nacional. O decreto 47.473 de 22 de dezembro de 1959 previa que nenhum trator seria importado a partir de julho de 1960. Então, em 1960 teve início o Plano Nacional da Indústria de Tratores, considerado o marco da fabricação dessas máquinas no nosso país, onde diversas fábricas começaram a produção de tratores e implementos. Assim seriam fabricados: tratores leves de 25 a 35 cv, tratores médios de 35 a 45 cv e tratores pesados com mais de 45 cv.
    29. A demanda por tratores mais potentes foi rápida e já em 1962 fabricava-se, no Brasil, tratores de 81 hp. Os principais fabricantes eram a Ford, Deutz, Feudt, Valmet, CBT, Massey- Ferguson, Agrale, John Deere e Santa Matilde. Nos dias atuais permanecem ainda no mercado nacional, alguns destes fabricantes.
    30.Tratores Agrícolas-Histórico(anos 60)
    31.Tratores Agrícolas-Histórico(anos 60)
    32.Tratores Agrícolas-Histórico(anos 70)
    33.Tratores Agrícolas-Histórico(anos 70)
    34.Tratores Agrícolas-Histórico(anos 80)
    35.Tratores Agrícolas-Histórico(anos 80)
    36. Após a década de 80, a mecanização foi novamente estimulada devido a liberação da importação de máquinas agrícolas.
    37.Tratores Agrícolas-Histórico(anos 90 – atual)
    38.Tratores Agrícolas-Histórico(anos 90 – atual)
    39.Tratores Agrícolas-Histórico(anos 90 – atual)
    40.Tratores Agrícolas-Histórico(anos 90 – atual) Case Steger ≈ 500CV

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    Durante muitos séculos foram os animais os grandes auxiliares do homem nas tarefas agro-pastoris. Hoje ele é, ainda, bastante aproveitado, principalmente em regiões menos desenvolvidas, acidentadas, ou em propriedades de menor tamanho onde o emprego de um trator torna-se inviável economicamente. Em grandes propriedades, a tração animal também é utilizada para complementar o trabalho do trator, principalmente em serviços de cultivo (capina mecânica).
    Quando necessário, o emprego de animais domésticos como fonte de potência pode se dar de duas maneiras: a)Para transporte de cargas no dorso/lombo (cangalha, arreio, etc.): Para esse tipo de trabalho emprega-se geralmente os animais da família dos eqüídeos (eqüinos, muares e asininos). A capacidade de transporte varia com o peso vivo, segundo a espécie da seguinte forma:
    espécie capacidade de carga em % do peso vivo distancia percorrida em km/dia
    Eqüinos45 – 5025 - 30 Muares55 – 6030 - 35 Asininos60 – 6535 - 40 b) Para desenvolver esforço tratório: acionando máquinas estacionárias e tracionando máquinas e equipamentos agrícolas. O primeiro emprego já não é mais tão comum, restringindo-se apenas ao acionamento de moendas de cana-de-açúcar e máquinas de olarias. O segundo emprego é bem mais comum de ser aplicado, se for o caso, em pequenas e médias propriedades em SPD ou mesmo na agricultura tradicional.
    A escolha dos animais para tração muitas vezes é limitada pela disponibilidade dos mesmos na região. A capacidade de trabalho da tração animal relaciona-se com o peso vivo, a velocidade de trabalho e a espécie. Os animais mais aptos para tração usados em nosso país são os eqüídeos e o gado bovino, sendo comum o emprego dos bubalinos na região norte do Brasil
    Dentro do grupo dos eqüídeos, os eqüinos são os mais utilizados, por ser um animal mais manso, de fácil adestramento, mais preciso e, principalmente por trabalhar a velocidades maiores ( 3,6 a 5,4 km/h). O gado bovino é o menos empregado, pois trabalha aos pares ou juntas, sendo o atrelamento mais complicado e demorado.
    O uso da tração animal na agricultura, quando recomendado, apresenta às seguintes vantagens : - baixo custo de aquisição e manutenção;
    - boa reserva de força;
    - boa adaptabilidade às condições de clima e topografia;
    - não requer mão-de-obra altamente especializada para seu manejo;
    O animal também apresenta desvantagens, tais como: - exige alimentação diária, para um aproveitamento de até 5 horas úteis de trabalho por dia;
    - menor rendimento devido às paradas para descanso e influência de fatores diversos como clima, saúde, alimentação, etc.
    Além dos animais, o homem tem usado ao logo do tempo, outras fontes de potência para tracionar das máquinas agrícolas, dentre ais quais pode-se citar:
    -Motores eólicos: utilizados em maior escala para bombeamento de água e em menos escala para produção de eletricidade; -Motores hidráulicos: destacam-se a roda d’água, turbinas e carneiro hidráulico;
    -Motores elétricos: empregados em regiões eletrificadas;
    -Motores térmicos: largamente empregados em todas as regiões, seja na forma de motor estacionário ou equipando veículos tais como os tratores.


    Procedimento atualidade

    Fazer azeite de oliva caseiro não é muito simples, mas também não é impossível. Só você precisa reunir uma quantidade adequada de azeitonas e dispor dos utensílios e tempo necessários, já que é um processo que consta de várias etapas.
    • Colheita. A primeira coisa que você deve fazer é colher uma quantidade considerável de azeitonas. O melhor momento para fazer isso é quando a azeitona começa a ganhar uma cor que vai de avermelhado a negro, sinal inequívoco de que estão bem maduras.
    • Limpeza. Nesta segunda etapa, você deverá realizar uma profunda limpeza para separar o fruto das folhas, ramos, terra, pó e pedras que podem estar misturados com as azeitonas. Em seguida lave-as bem com água quente para deixá-las ótimas.
    • Moagem. Nesta etapa, você vai triturar as azeitonas com o fim de extrair o apreciado azeite de oliva. Para isso você pode utilizar uma máquina trituradora, da qual obterá uma massa composta por azeite, água, pele e caroço das azeitonas.
    • Batido e centrifugação. Neste momento do processo de preparação do azeite de oliva caseiro, você deverá bater a pasta, para poder separar o azeite ou suco de oliva. Leve em conta que, durante o processo, é preciso manter a temperatura estável, por baixo dos 30 ºC.
    • Preenchimento de cestas. Para não desperdiciar nada do azeite obtido, você deverá colocar as cestas umas sobre as outras para ir vertendo a massa obtida da centrifugação.
    • Prensagem. Nesta fase você já se aproximará um pouco mais ao tão apreciado azeite de oliva, já que consiste em separar a massa sólida de polpa, a pele e o caroço da azeitona, do suco ou azeite. Para isso te convém ir espremendo a massa lentamente para que não escape nada de azeite.
    • Decantação. Agora que já está quase finalizada a preparação caseira de azeite de oliva, através da decantação você poderá notar como se separa a água e os restos de oliva do azeite que boiará na superfície.
    • Extração. Esta última etapa consiste em extrair o azeite restante que boia na superfície com uma concha. Pronto! Você já tem seu azeite de oliva caseiro para desfrutar como quiser.


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    O líquido gorduroso com que os hebreus estavam mais familiarizados era o obtido de azeitonas. Azeitonas pretas, bem maduras, forneciam o máximo de azeite, embora as ainda verdes, que já começavam a mudar de cor, produzissem o azeite da melhor qualidade. Depois de os frutos serem cuidadosamente apanhados das árvores, e se separarem os raminhos e as folhas das azeitonas, estas eram levadas para o lagar.
    A polpa da azeitona madura é constituída, em cerca da metade, de azeite, que varia em qualidade, conforme o método de processamento da polpa. O melhor azeite, chamado de “azeite puro de oliveira, batido”, era produzido por um processo simples, antes de as azeitonas serem colocadas no lagar de azeite. Primeiro, as azeitonas eram colocadas num pilão e trituradas até ficarem bem amassadas, ou, às vezes, eram pisadas. Em seguida, os frutos amassados eram transferidos para cestas coadoras, onde “sangrava” óleo até que se soltasse o azeite “virgem”. O azeite puro, batido, era estocado em jarros de barro e a polpa era levada para o lagar, ou prensa, de azeite.
    Um azeite de qualidade comum era preparado por triturar cabalmente as azeitonas em um pilão ou moinho manual. Depois que o azeite escorria da polpa, permitia-se sua clarificação em jarros ou tinas de barro.
    O azeite da mais baixa qualidade era o extraído do bagaço, num lagar de azeite, depois da trituração. A massa triturada da polpa era compactada em cestos e empilhada entre as duas colunas verticais do lagar de azeite. Comprimia-se a pilha de cestos com uma alavanca com peso, para retirar o azeite sob pressão, sendo ele então canalizado para grandes reservatórios, para clarificação. Ali o azeite subia à tona, separando-se dos pedacinhos de polpa e da água abaixo dele, antes de ser decantado e colocado em grandes jarros de barro ou em cisternas especiais para estocagem.


    Editado por :[LIKA]:
    Motivo:Capslock(letra maiúscula fixa)
     
    Última edição por moderador: 14 Setembro 2017
  11. soraiamachado

    soraiamachado Board Administrator Team Farmerama PT

    Estou a ver que muitos gostam de azeite rsrsrs
     
  12. Davidoliveira1979

    Davidoliveira1979 Utilizador habitual

    Desafio:Agora quero saber como se faz o vinho? está na época dele.
     
  13. feiticeira1

    feiticeira1 Lenda-viva

    Boa noite!:)
    Vamos lá então fazer vinho...
    Bem esta não é a minha "praia", mas depois de ler esta informação, fiquei bem esclarecida de como se faz vinho...
    Quem sabe se eu não irei experimentar!;):pxD




    Como fazer vinho

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    Fazendo seu próprio vinho

    Se deseja obter um excelente vinho, obtenha cerca de meio quilo ou um quilo de uvas rosas ou pretas maduras. Elas terão uma película esbranquiçada. Pela sua aparência, a maioria das pessoas concluem que se trata de inseticida. Não é, não. É um fermento natural, latente, que apenas espera o tempo propício para a fermentação do suco da uva. É o segredo do vinho natural. A pessoa talvez queira lavar as uvas, mas, não remova nem retire esta substância esbranquiçada, pelicular, ou semelhante ao pó.
    Agora, retire as uvas do cacho, jogando fora quaisquer que não estejam maduras ou estejam estragadas. Se dispuser dum liqüidificador, liqüefaça as uvas nele por ligar o liqüidificador e imediatamente a desligar; faça isso várias vezes. Isto impede que se rompam as sementes. Se não dispuser dum liqüidificador, depois de lavar cabalmente as mãos, e certificar-se de que removeu todo o sabonete, esmiga-lhe as uvas numa grande bacia com sua mãos. Não adicione água, açúcar nem qualquer outro ingrediente.
    Derrame a massa resultante — casca, sementes, polpa, sumo e tudo — numa garrafa de boca larga. Coloque um saco de plástico sobre a boca da garrafa prenda-o firmemente ao gargalo por meio dum elástico. Coloque a garrafa onde a temperatura permaneça entre 15,5 grau, e 26,6 graus centígrados, 23,8 graus C sendo a mais favorável.
    Daí, espere. Deixe que sigam seu curso os notáveis processos que o Criador implantou nas coisas naturais. Por certo achará fascinante examinar a garrafa de vez em quando, e dar uma cheirada ao redor dela, para observar as mudanças ocorridas.
    Com o tempo, começam a formar-se bolhas que, gradualmente, irão chegar à superfície da massa. Esse gás abrirá passagem pela vedação presa com um elástico e bafejará suas narinas com delicioso aroma — no devido tempo. As bolhas são evidência da fermentação. O sumo assumirá gradualmente sua cor caraterística. Talvez se forme, na superfície da massa, uma substância esbranquiçada. Não se preocupe com ela. Tudo está bem.
    Depois de duas semanas, devia cessar a formação de bolhas. Agora pode abrir a garrafa e derramar o sumo numa grande bacia, filtrando-o por meio dum pano limpo. Esprema da massa o restante do líquido filtrado pelo pano. Agora coloque o vinho numa garrafa. Ainda será denso e conterá partículas. No entanto, poderia ser usado nessa ocasião, se necessário; assim, prove-o. É bom? Melhorará com o envelhecimento.
    Assim, ponha de lado a garrafa bem fechada. Quanto mais envelhecer, tanto mais as partículas se depositarão em seu fundo. Em um mês, o vinho deveria ter clareado consideravelmente. O sabor deve ter melhorado, e o vinho deve ter boa aparência. Mas, tome cuidado; se o vinho continuar a fermentar, a garrafa talvez estoure.
    O vinho está pronto para ser então escoado por meio dum sifão para outra garrafa, o meio mais fácil de não passar a borra para outra garrafa. No entanto, pode-se fazer isso quase tão bem por derramar o líquido com cuidado. Este vinho feito em casa, um vinho seco, é conservado melhor sob refrigeração. Se não dispuser dum refrigerador, certifique-se de selar bem a garrafa.
     
  14. secapipas

    secapipas Lenda-viva

    Olá boa noite:)
    aqui fica o resultado da minha pesquisa...


    A difusão do vinho vem de tempos longínquos, trazida pelos impérios egípcio, grego e romano.

    Este néctar dos Deuses, remonta a tempos bíblicos é obtido por um dos processos biotecnológicos mais antigos.


    O que quer isto dizer?

    De uma forma simples, que se recorre ao uso de organismos vivos para produção racionalizada de substâncias que geram um produto comercializável, neste caso o vinho.

    O sucesso e qualidade deste produto começa logo na escolha e implantação das castas no terreno que apresente as melhores caraterísticas. Todas as etapas do processo, necessárias até se obter o produto final, são importantes.


    De onde vêm estes organismos vivos? E como se designam?

    Estes microrganismos, assim designados devido à sua dimensão reduzida, da família dos fungos, são leveduras. Existem na película que envolve os bagos das uvas, no engaço e na vinha. São estes organismos, a sua seleção e mais alguns cuidados já aprendidos e passados de geração em geração, outros mais modernos e inovadores que permitem produzir os mais variados vinhos.

    De que forma é que as leveduras intervêm no processo e no produto final?

    Como qualquer organismo vivo, alimenta-se, neste caso do açúcar presente no sumo das uvas (mosto) e no final do processo obtém-se álcool e o dióxido de carbono (um gás que libertamos ao expirar). Após o processo de esmagamento observa-se a formação de bolhas à superfície, sinal de que a próxima etapa teve início.

    A transformação do néctar de uva em vinho acontece devido a um processo de fermentação. Dependendo do tipo de vinhos são necessárias duas fermentações, a primeira, comum a todos os vinhos, alcoólica e a segunda maloláctica, mais usada em vinhos europeus. O processo de fermentação e o controlo de alguns fatores são decisivos para obter o melhor produto. Antes de se iniciar este processo é comum adicionar anidrido sulfuroso ou dióxido de enxofre.


    Porque é que se adiciona o dióxido de enxofre?

    Este composto químico é utilizado desde há muito tempo, sobretudo pela sua função desinfetante. O enxofre é acrescentado ao mosto (sumo de uva obtido pelo processo de esmagamento e desengace) antes da sua fermentação, com os seguintes objetivos:

    proteger o mosto do contato com o ar, pela sua ação antioxidante;

    inibir o crescimento de bactérias e leveduras indesejáveis, como as que não produzem álcool, selecionando deste modo a flora microbiana;

    facilitar a dissolução da cor da casca das uvas, permitindo obter vinhos mais coloridos;

    ativar a reação de transformação do açúcar em álcool e dióxido de carbono, em baixas concentrações favorece a produção de um vinho com maior teor alcoólico e com menos açúcar.

    Que outros fatores podem ser determinantes na etapa de fermentação?

    Alguns parâmetros físicos como a temperatura devem ser minuciosamente controlados para se garantir o resultado pretendido. O valor ideal de temperatura para produzir a maior parte dos vinhos ronda os 25ºC. Durante a fermentação alcoólica este controlo é necessário para que as leveduras se multipliquem e se possa extrair os componentes de sabor e cor das cascas, permitindo também que produtos secundários desejados se formem. Alguns destes compostos são a glicerina, os ácidos succínico, acético e láctico, os ésteres, entre outros; que, apesar de entrarem em pequenas quantidades, desempenham um papel muito importante na qualidade do vinho.

    Na fermentação alcoólica é consumido todo o dióxido de enxofre (SO2) presente enquanto se liberta dióxido de carbono (CO2), e à medida que os açúcares são transformados em álcool a densidade diminui.


    De que forma a temperatura influencia o tipo de vinho obtido?


    As fermentações que ocorrem a 20ºC são mais demoradas, o vinho resultante é mais perfumado, com menos corpo e mais pobre em cor do que teria se, a temperatura fosse mais elevada; é um vinho delicado com qualidades para vinho de mesa.

    Quando a temperatura é superior a 32ºC graus, as bactérias desenvolvem-se

    mais enquanto a atividade das leveduras pode baixar; há perdas de perfume e álcool, a sanidade do produto por vezes ressente-se mas em contrapartida os vinhos são encorpados e ricos em cor.


    Porque se usa uma segunda fermentação?


    Esta segunda etapa fermentativa consiste na transformação do ácido málico produzido na primeira fermentação em ácido láctico. Isto faz com que o vinho se torne mais macio, uma vez que o ácido málico tem um caráter mais ácido, um diácido que se transforma em monoácido e dióxido de carbono que se liberta.

    Com envelhecimento em casca de carvalho, para permitir absorção de aromas, paladar e troca de ar com o exterior, ou em garrafa, é uma escolha dependente do vinho pretendido.

    Saúde!:)

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  15. :[LIKA]:

    :[LIKA]: S-Moderator Team Farmerama PT

    Olá titam78

    Mais uma vez venho aqui pedir... por favor , que tomes cuidado com o capslock(letra maiúscula fixa) pois é proibido no fórum. Para destacar palavras podes: usar cores, negrito, sublinhado , tipos diferentes de fontes e tamanhos. Encontradas na sua caixa de texto....desta vez editei. Mas, peço mais atenção numa próxima vez use o link "Editar" pra anexar ou ainda corrigir, localizado no fim de cada post, citei sua publicação original para vc visualizar onde estava .

    Abaixo deixo o link com as regras do fórum:
    http://pt.bigpoint.com/farmerama/board/index.php?threads/a-nossa-netiqueta-do-fórum.11002/

    Agradecemos a compreensão!
    Atenciosamente,
    SModeradora
    :[LIKA]:
     
  16. Davidoliveira1979

    Davidoliveira1979 Utilizador habitual

    Desafio final:Quero que cada um me diga o que fazia ao ter uma quinta de verdade...que árvores plantava, que tipo de sementeira fazia e que tipo de animais ira ter? Digam também o que acharam sobre esta brincadeira que esta semana termina.
     
  17. :[LIKA]:

    :[LIKA]: S-Moderator Team Farmerama PT

    Ótimo desafio a todos;)
     
  18. feiticeira1

    feiticeira1 Lenda-viva

    Olá boa noite!:)

    Se eu tivesse uma quinta de verdade, chamar-se-ia "Laranjo".
    A sua área seria de 100 hectares.
    Em toda esta área, haveria uma casa de pedra, com escadaria e balcão de pedra, vasos de barro com sardinheiras cor de rosa e janelas de madeira. Esta casinha estaria num alto em relação a toda a propriedade.
    Em seu redor, haveria estábulos, galinheiro, palheiros e barracões para guardar fardos de palha, maquinaria agrícola,..., o celeiro também não podia faltar. Bem pertinho da casa haveria um forno a lenha para cozer pão e fazer uns assados.:p
    Da casa partiam vários caminhos em terra batida que percorriam o Laranjo...uns mais largos para os carros e máquinas e outros mais estreitos, para ir a pé. E num desses caminhos, havia um que ligava a zona da casa a uma horta. Lá haveria um poço com uma nora, um tanque de pedra para lavar a roupa e bem junto ao tanque nasciam muitas violetas. Junto à nora uma roseira trepadeira bem vermelha e perfumada.:) Nessa horta, dividida por pequenos leirões, havia laranjeiras, pereiras, ...várias árvores de fruto, que dividiam e ajudavam a separar as culturas: couves, alfaces, batata, tomateiros, feijoeiros,...etc. Um conjunto de figueiras faziam as delícias da passarada.
    Na restante área do Laranjo, era para cultivar o trigo, a ceifar no verão...as formigas aproveitariam os grãos que ficassem da ceifa, e de inverno ficaria a pousio e para as pastagens. O bardo (cerca de madeira onde dormem as ovelhas), percorreria os terrenos para os estrumar para a próxima sementeira.
    Um regato atravessaria o Laranjo, onde nas noites de verão se ouviriam o coaxar das rãs.:inlove:
    Nesta quinta, não poderia faltar os gatos e os cães. Dos quais destaco a "Bonita". Uma cadela amarela e muito inteligente.


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    Eu gostei desta brincadeira, pesquisei, não pesquisei, aprendi e dei a conhecer,..mas o que mais gostei foi este último desafio, pois nele descrevi e revivi o Laranjo dos meus avós, a Bonita...que saudades! Mas se eu tivesse uma quinta, seria assim mesmo como esta...mágica!:)

    Obrigada davidoliveira e a todos os envolvidos, foram bons momentos.:D
    Boa sorte à titam e ao secapipas.;)




     
    secapipas aprova isto.
  19. secapipas

    secapipas Lenda-viva

    Olá boa noite:)

    E eis que chegamos ao último desafio final…:(


    Então se eventualmente tivesse um terreno onde pudesse fazer uma horta:p, eu procuraria tirar da terra os vegetais que habitualmente como durante o ano, tais como : batatas, alfaces, cebolas, alhos, tomates e pelo Natal não faltariam a bela couve portuguesa para comer com o bacalhau. Não poderia esquecer as ervas aromáticas, salsa, coentros, tomilho..etc.

    Tentaria também, e falando das árvores, ter macieiras, pessegueiros e não poderia faltar pelo menos uma cerejeira.:inlove:

    Na “minha “ quinta teria sempre, galinhas, coelhos, perus e codornizes.;)

    Enquanto não me sai o Euro milhões vou vivendo num apartamento e vou comprando os produtos na “horta” do supermercado!xD

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    Em relação a esta brincadeira, o que posso dizer é que conhecendo te eu já dos tempos em que este fórum fervilhava de movimento e de alegria:), e sabendo a tua capacidade de organizar já nessa altura este tipo de brincadeiras, não hesitei nem um segundo e quis logo participar, apesar de a disponibilidade não ser muita…:p

    É um jogo em que aprendemos de tudo um pouco nas pesquisas que fazemos, e como tal só tenho a agradecer esta tua iniciativa.

    Parabéns a todos os que com a sua participação e respectivas pesquisas fizeram com que ficássemos a saber um pouco mais sobre alguns temas.


    Obrigado.:)
     
    feiticeira1 aprova isto.
  20. soraiamachado

    soraiamachado Board Administrator Team Farmerama PT

    Belas quintas por aqui teriamos!
    Boa sorte aos finalistas!
     
Status do Tópico:
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